sábado, 9 de fevereiro de 2013
Cherry Plum
CHERRY PLUM - Floral de BACH fortalecemos a serenidade a tranqüilidade e a Paz interior, o contato da Alma com o Corpo Físico, para ele seguir seu caminho e receber toda Luz necessária para o Equilíbrio.
Paz e Harmonia no nosso Trabalho. (in Potal Floral)
O Cherry Plum é indicado para quem tem um medo desesperador, medo de perder o controle, impulsividade repentina, tensão interior e compulsões. Para todo tipo de perda de controle: esfincteres, alimentação, ímperos de raiva, violência, conduta irracional.
O floral traz: autocontrole, coragem, serenidade, calma, clareza, tranquilidade.
Atenção : É importante sempre consultar um Terapeuta Floral, pois ele saberá como combinar as essências melhores para cada caso e pessoa!
sábado, 19 de janeiro de 2013
"A parte de cada um."
A parte de cada um
(adaptado)
Era uma vez uma floresta bastante diversificada, nela havia muitas espécies de plantas, animais, insetos e também um lago com muitos peixes.
Um dia uma fina fumacinha apareceu na parte alta da floresta, um pouco longe de onde os animais ficavam. Quem viu primeiro foram alguns pássaros e macacos que ficavam no topo da árvore, mas nenhum deles se incomodou.
As raposas continuavam seu treinamento para ficarem mais espertinhas. Os gaviões se preparavam para atacar uma ninhada de coelhos. Os lagartos permaneciam escondidos dos lobos. Os tamanduás observavam a fila de formigas para logo almoçá-las. Os pássaros continuavam empoleirados nos galhos das árvores. Os elefantes faziam passeios circulares com seus bumbuns pra lá e pra cá. Os gorilas faziam malhação para ficarem mais fortes.
Os animais continuavam sua rotina, pensando exclusivamente neles próprios.
O leão se sentia reinando tranquilo até demais. E o pavão, todo pomposo fazia um longo discurso para se tornar líder dos animais. Até a serpente tentava pregar uma nova religião.
Enquanto isto, a fumacinha ia aumentando. No meio da multidão de bichos que estavam ali ouvindo os outros falarem, alguém gritou: “Fumaçaaaaaaa, fumaçaaaaa!!!!”
A girafa falou: “onde há fumaça há fogo”. E começou girar seu pescoço procurando de onde vinha.
Os pássaros, então, começaram a gritar: “fogo, fogo, fogo!!!”. E o fogo foi se alastrando e se transformando num grande incêndio.
Os animais saíram correndo, um pra cada lado. Eles foram até suas casas salvar seus pertences...
O pavão foi o primeiro a sair correndo. A coruja ficou desnorteada voando em círculos. E o pelicano voou e ficou bem no centro do lago para se proteger.
Em meio a esta confusão toda, pássaros de todos os tipos, grandes, pequenos, colorido, de uma cor, todos voavam tentando se afastar do fogo. Com exceção de um único pássaro, que chamaremos de “Pequeno Pássaro”, pois ele era muito pequeno, de cor marrom e um biquinho amarelinho bem pequenininho.
Este Pequeno Pássaro era diferente, especial, e demonstrava isto em suas ações. Ele era cuidadoso e sabia respeitar a natureza. Ele começou chamar a atenção dos outros animais que tentavam fugir...
Ele voava até o lago, enchia o biquinho de água e despejava sobre o fogo. Fazia isto seguidamente. Ninguém sabia, mas estava fazendo isto há bastante tempo, desde que percebeu que havia fogo na floresta.
E os animais começaram falar um monte de coisas:
- Aquele passarinho está louco, louco – falava o maçado dando piruetas.
- Você é muito lerdo – falava a lesma.
- Você não terá forças para continuar – falava o leão.
- Com certeza não terá ânimo para apagar este fogo todo – dizia o bicho preguiça.
- Seu bico é pequeno demais! – exclamava o pelicano.
- Falta-lhe esperteza, acorde, pare já com isto!!! – disse a raposa.
E o passarinho continuava seu trabalho, e falou:
- Será que eu é que não sou esperto? Ou vocês que não estão despertos?
A raposa logo retrucou:
- Eu estou bem desperta!
E o passarinho explicou:
- Desperta não quer dizer só acordada, quer dizer atenta ao que acontece ao seu redor. Quer dizer conhecer antes a si mesma e depois o mundo que a cerca.
Enquanto o passarinho continuava seu trabalho notou que a árvore onde era sua casa começou pegar fogo e foi rápido tentar salvá-la! Mas no caminho viu outra árvore com um ninho de beija-flor, com os filhotes saindo dos ovos. Com o coração dolorido de tanta tristeza, despejou a água no ninho.
Voltou pegar mais água para jogar na sua árvore, mas ela já havia sido queimada. Chorou.
Mas continuou seu trabalho... E pensou que se talvez os outros animais ajudassem pegar água seria mais fácil! Mas cada um só pensava em si e não queria se esforçar...
Eis que o passarinho, entre idas e vindas percebeu um elefante bebendo água no lago tranquilamente, como se nada estivesse acontecendo. Olhou para ele com seriedade e o elefante falou rindo:
- Você acha que com este seu biquinho conseguirá apagar o fogo?hahaha
O Passarinho respondeu que com certeza ele, o elefante, poderia ajudar muito mais com sua tromba.
O elefante nem se mexeu, e continuou rindo do passarinho. Este disse:
- Não sei pra que serve um corpo tão grande e esta tromba... eu posso ser pequeno, mas faço algo muito importante... Eu faço a minha parte! – e continuou - Fazer a sua parte é como fazer algo pelo mundo que te acolheu. É fazer a sua missão.
O elefante estremeceu... pois as palavras do passarinho ecoavam em sua mente... e pensava: a parte de cada um...
E o passarinho continuava em seu trabalho. O calor estava ficando insuportável... Até que ele não aguentando mais caiu!
O elefante, emocionado, pegou água no lago e levou até o passarinho reanimando-o. E voltou pegar mais água para apagar o fogo.
Agora eram dois trabalhando... e no dia seguinte uma forte chuva caiu e conseguiu terminar de apagar o fogo.
A vida estava de volta naquela floresta.
(adaptado)
Era uma vez uma floresta bastante diversificada, nela havia muitas espécies de plantas, animais, insetos e também um lago com muitos peixes.
Um dia uma fina fumacinha apareceu na parte alta da floresta, um pouco longe de onde os animais ficavam. Quem viu primeiro foram alguns pássaros e macacos que ficavam no topo da árvore, mas nenhum deles se incomodou.
As raposas continuavam seu treinamento para ficarem mais espertinhas. Os gaviões se preparavam para atacar uma ninhada de coelhos. Os lagartos permaneciam escondidos dos lobos. Os tamanduás observavam a fila de formigas para logo almoçá-las. Os pássaros continuavam empoleirados nos galhos das árvores. Os elefantes faziam passeios circulares com seus bumbuns pra lá e pra cá. Os gorilas faziam malhação para ficarem mais fortes.
Os animais continuavam sua rotina, pensando exclusivamente neles próprios.
O leão se sentia reinando tranquilo até demais. E o pavão, todo pomposo fazia um longo discurso para se tornar líder dos animais. Até a serpente tentava pregar uma nova religião.
Enquanto isto, a fumacinha ia aumentando. No meio da multidão de bichos que estavam ali ouvindo os outros falarem, alguém gritou: “Fumaçaaaaaaa, fumaçaaaaa!!!!”
A girafa falou: “onde há fumaça há fogo”. E começou girar seu pescoço procurando de onde vinha.
Os pássaros, então, começaram a gritar: “fogo, fogo, fogo!!!”. E o fogo foi se alastrando e se transformando num grande incêndio.
Os animais saíram correndo, um pra cada lado. Eles foram até suas casas salvar seus pertences...
O pavão foi o primeiro a sair correndo. A coruja ficou desnorteada voando em círculos. E o pelicano voou e ficou bem no centro do lago para se proteger.
Em meio a esta confusão toda, pássaros de todos os tipos, grandes, pequenos, colorido, de uma cor, todos voavam tentando se afastar do fogo. Com exceção de um único pássaro, que chamaremos de “Pequeno Pássaro”, pois ele era muito pequeno, de cor marrom e um biquinho amarelinho bem pequenininho.
Este Pequeno Pássaro era diferente, especial, e demonstrava isto em suas ações. Ele era cuidadoso e sabia respeitar a natureza. Ele começou chamar a atenção dos outros animais que tentavam fugir...
Ele voava até o lago, enchia o biquinho de água e despejava sobre o fogo. Fazia isto seguidamente. Ninguém sabia, mas estava fazendo isto há bastante tempo, desde que percebeu que havia fogo na floresta.
E os animais começaram falar um monte de coisas:
- Aquele passarinho está louco, louco – falava o maçado dando piruetas.
- Você é muito lerdo – falava a lesma.
- Você não terá forças para continuar – falava o leão.
- Com certeza não terá ânimo para apagar este fogo todo – dizia o bicho preguiça.
- Seu bico é pequeno demais! – exclamava o pelicano.
- Falta-lhe esperteza, acorde, pare já com isto!!! – disse a raposa.
E o passarinho continuava seu trabalho, e falou:
- Será que eu é que não sou esperto? Ou vocês que não estão despertos?
A raposa logo retrucou:
- Eu estou bem desperta!
E o passarinho explicou:
- Desperta não quer dizer só acordada, quer dizer atenta ao que acontece ao seu redor. Quer dizer conhecer antes a si mesma e depois o mundo que a cerca.
Enquanto o passarinho continuava seu trabalho notou que a árvore onde era sua casa começou pegar fogo e foi rápido tentar salvá-la! Mas no caminho viu outra árvore com um ninho de beija-flor, com os filhotes saindo dos ovos. Com o coração dolorido de tanta tristeza, despejou a água no ninho.
Voltou pegar mais água para jogar na sua árvore, mas ela já havia sido queimada. Chorou.
Mas continuou seu trabalho... E pensou que se talvez os outros animais ajudassem pegar água seria mais fácil! Mas cada um só pensava em si e não queria se esforçar...
Eis que o passarinho, entre idas e vindas percebeu um elefante bebendo água no lago tranquilamente, como se nada estivesse acontecendo. Olhou para ele com seriedade e o elefante falou rindo:
- Você acha que com este seu biquinho conseguirá apagar o fogo?hahaha
O Passarinho respondeu que com certeza ele, o elefante, poderia ajudar muito mais com sua tromba.
O elefante nem se mexeu, e continuou rindo do passarinho. Este disse:
- Não sei pra que serve um corpo tão grande e esta tromba... eu posso ser pequeno, mas faço algo muito importante... Eu faço a minha parte! – e continuou - Fazer a sua parte é como fazer algo pelo mundo que te acolheu. É fazer a sua missão.
O elefante estremeceu... pois as palavras do passarinho ecoavam em sua mente... e pensava: a parte de cada um...
E o passarinho continuava em seu trabalho. O calor estava ficando insuportável... Até que ele não aguentando mais caiu!
O elefante, emocionado, pegou água no lago e levou até o passarinho reanimando-o. E voltou pegar mais água para apagar o fogo.
Agora eram dois trabalhando... e no dia seguinte uma forte chuva caiu e conseguiu terminar de apagar o fogo.
A vida estava de volta naquela floresta.
Crianças Índigo
- Quem são as crianças índigo?
As primeiras crianças índigo apareceram na década de 80 e hoje a maioria das crianças que nascem são índigo.
São crianças com habilidades que vão além do mental e do emocional, parecendo agir muitas vezes intuitivamente. Elas têm uma grande habilidade com a tecnologia.
Elas têm um objetivo de vida específico. Acredita-se que estão vindo ao mundo com o objetivo de ajudar a humanidade se desenvolver e termos um mundo melhor. Sua alma é muito antiga e sábia.
Por sua auto-estima e senso de integridade serem muito desenvolvidos, elas processam suas emoções de maneira diferente dos outros. Conseguem captar com muita facilidade todas as reações das pessoas e neutralizar as tentativas de tentar manipulá-los. Conseguem perceber as emoções que as pessoas nem sabem que têm.
Preferem resolver seus problemas e dificuldades sozinhos. Não são conformistas e manipulam para não deixar serem manipulados.
Os índigos têm capacidades inatas de cura e as utilizam mesmo sem ter consciência disso; se aproximando da pessoa que precisa de ajuda.
São afáveis e muitos têm um olhar poderoso. Vivem no presente, são alegres, espirituosas e gostam de fazer as coisas à sua maneira.
- Por que este nome?
Porque, segundo a parapsicóloga Nancy Ann Tappe, a aura destas crianças tem esta cor “índigo”.
- Quais as principais características da criança índigo?
• Se sentem como se fossem nobres.
• Acreditam merecer estar neste mundo.
• Costumam dizer, aos seus pais, quem são.
• Têm dificuldades em lidar com autoridades absolutas (sem explicação).
• Recusam-se desempenhar determinadas tarefas, como esperar em fila.
• Frustram-se com sistemas rígidos, onde não podem usar sua criatividade.
• Não se adaptam a qualquer tipo de convenção, procurando formas mais eficazes de fazer as coisas.
• Têm alguma dificuldade de se relacionar.
• Não respondem a técnicas de disciplina associada à culpa.
• Não têm vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.
- Diferentes tipos de crianças índigo.
• Humanistas: gostam de se relacionar com as pessoas. São hiperativos e extremamente sociáveis, conversam com todos, são sempre muito simpáticos e têm opinião própria. Não conseguem brincar com um brinquedo só, precisam ser constantemente lembrado de seus deveres, são distraídos e se esquecem o que estavam fazendo. Gostam de ler. São os médicos, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos de amanhã.
• Conceituais: gostam mais de projetos do que de pessoas. São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães se meninos e seus pais se meninas. Têm propensão ao vício. São os engenheiros, arquitetos, designers, astronautas, pilotos e oficias militares do futuro.
• Artísticos: costumam ser mais sensíveis e acanhados em estatura do que os outros tipos. São criativos e gostam de experimentar vários tipos de arte, ás vezes passando de uma para outra rapidamente. São os professores e artistas.
• Interdimensionais: são fisicamente mais desenvolvidos que os outros índigos e já aos dois anos dizem que podem fazer tudo sozinho. Podem ser briguentos pelo tamanho e por não se encaixarem bem na sociedade. Trarão novas filosofias e religiões ao mundo.
- Crianças índigo X TDAH.
Muitas crianças índigo podem ter sido erroneamente diagnosticadas com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) e medicadas com Ritalina, isto porque elas têm características comuns, como: dificuldade de manter a atenção, agitação, dificuldade de aceitar regras, etc.
O que não significa que toda criança com TDAH seja uma criança índigo!
A criança com TDAH tem uma disfunção neurológica, que consiste na dificuldade de captação da dopamina, hormônio responsável por focar a atenção. Já a criança índigo tem uma personalidade de um ser inteligente, sábio, criativo e que não aceita de forma alguma ser desrespeitado. Ela sabe o que está fazendo e porque veio. Pode parecer agitada porque vive o presente e acha esta vida muito curta, então quer aproveitar o máximo. E pode se distrair ao ficar pensando coisas de seu mundo, criando, etc.
A criança índigo tem um olhar e uma postura diferente! Mas se ela for tratada desrespeitosamente e de forma negativa, essas características podem se acentuar, ocorrer a baixa auto-estima, problemas na aprendizagem, dificuldade de relacionamento e na adolescência pode até chegar ao vício e roubo.
Toda criança, seja índigo, com TDAH, ou qualquer outra, merece ser respeitada, amada, elogiada. Toda criança deve ser estimulada a dar o melhor de si, a criar, a se relacionar, a ter uma rotina, a respeitar e a amar.
- As crianças índigo e os pais.
Os pais podem ter dificuldade de compreender e lidar com estas crianças, principalmente quanto à obediência, pois elas não aceitam este tipo de autoridade. Ai vão algumas dicas:
• Tratar estas crianças como se fossem adultos, ou seja, com respeito, inteligência e sinceridade.
• É necessário explicar tudo o que se for fazer com ela desde bebê e explicar o “por que” do “não” e do “sim”, não sendo autoritário. Pois elas precisam entender e se sentirem respeitadas.
• Ouvir o que elas têm pra dizer. Dar atenção, carinho e amor. A presença dos pais é extremamente importante.
• Demonstre alegria por ela fazer parte de família.
• Ajude-a encontrar suas próprias soluções quanto à disciplina.
• Dê a possibilidade de escolha.
• Nunca a subestime.
• Como as crianças índigo gostam de ajudar, pode-ser aproveitar isto na forma de falar com ela para que organize suas coisas e faça seus deveres.
• É importante dar oportunidades para ela gastar sua energia com coisas diferentes e exercitar sua criatividade.
• Também é necessário que os pais sejam honestos quanto aos seus sentimentos e fraquezas, pois elas perceberão a sinceridade e os respeitarão.
• Deve ser firme e justo!
• Dar mensagens positivas e não negativas, evitando o sentimento de vergonha e culpa.
• O segredo para se ter uma boa relação é ter: sinceridade, respeito, segurança (com a presença, a rotina e a firmeza com que mantém sua palavra) e muito amor!
- As crianças índigo e a escola.
As crianças são mentalmente mais desenvolvidas e as escolas não têm condições de acompanhá-las nos dias de hoje. Além disso, estas crianças vivem e aprendem usando ao máximo seus sentidos físicos e muitas escolas não estão preparadas para ensinar e estimular através dos sentidos.
As melhores escolas para estas crianças são as que têm uma visão mais humana, onde a pedagogia está voltada ao aluno e não ao conteúdo.
As escolas Montessori (Dra. Maria Montessori, Roma) consideram a criança como um todo respeita sua individualidade e pretende ajudar a criança desenvolver totalmente seu potencial nas mais diversas áreas da vida.
E as escolas Waldorf (Rudolf Steiner, Alemanha) que segue a antroposofia, propõem criar um ser humano livre, independente, criativo, de boa conduta e feliz, educando-as com amor. São boas opções para estas crianças.
Por Ilana Galhardi.
Baseado no livro “Crianças Índigo” de Lee Carrol e Jan Tober
As primeiras crianças índigo apareceram na década de 80 e hoje a maioria das crianças que nascem são índigo.
São crianças com habilidades que vão além do mental e do emocional, parecendo agir muitas vezes intuitivamente. Elas têm uma grande habilidade com a tecnologia.
Elas têm um objetivo de vida específico. Acredita-se que estão vindo ao mundo com o objetivo de ajudar a humanidade se desenvolver e termos um mundo melhor. Sua alma é muito antiga e sábia.
Por sua auto-estima e senso de integridade serem muito desenvolvidos, elas processam suas emoções de maneira diferente dos outros. Conseguem captar com muita facilidade todas as reações das pessoas e neutralizar as tentativas de tentar manipulá-los. Conseguem perceber as emoções que as pessoas nem sabem que têm.
Preferem resolver seus problemas e dificuldades sozinhos. Não são conformistas e manipulam para não deixar serem manipulados.
Os índigos têm capacidades inatas de cura e as utilizam mesmo sem ter consciência disso; se aproximando da pessoa que precisa de ajuda.
São afáveis e muitos têm um olhar poderoso. Vivem no presente, são alegres, espirituosas e gostam de fazer as coisas à sua maneira.
- Por que este nome?
Porque, segundo a parapsicóloga Nancy Ann Tappe, a aura destas crianças tem esta cor “índigo”.
- Quais as principais características da criança índigo?
• Se sentem como se fossem nobres.
• Acreditam merecer estar neste mundo.
• Costumam dizer, aos seus pais, quem são.
• Têm dificuldades em lidar com autoridades absolutas (sem explicação).
• Recusam-se desempenhar determinadas tarefas, como esperar em fila.
• Frustram-se com sistemas rígidos, onde não podem usar sua criatividade.
• Não se adaptam a qualquer tipo de convenção, procurando formas mais eficazes de fazer as coisas.
• Têm alguma dificuldade de se relacionar.
• Não respondem a técnicas de disciplina associada à culpa.
• Não têm vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.
- Diferentes tipos de crianças índigo.
• Humanistas: gostam de se relacionar com as pessoas. São hiperativos e extremamente sociáveis, conversam com todos, são sempre muito simpáticos e têm opinião própria. Não conseguem brincar com um brinquedo só, precisam ser constantemente lembrado de seus deveres, são distraídos e se esquecem o que estavam fazendo. Gostam de ler. São os médicos, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos de amanhã.
• Conceituais: gostam mais de projetos do que de pessoas. São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães se meninos e seus pais se meninas. Têm propensão ao vício. São os engenheiros, arquitetos, designers, astronautas, pilotos e oficias militares do futuro.
• Artísticos: costumam ser mais sensíveis e acanhados em estatura do que os outros tipos. São criativos e gostam de experimentar vários tipos de arte, ás vezes passando de uma para outra rapidamente. São os professores e artistas.
• Interdimensionais: são fisicamente mais desenvolvidos que os outros índigos e já aos dois anos dizem que podem fazer tudo sozinho. Podem ser briguentos pelo tamanho e por não se encaixarem bem na sociedade. Trarão novas filosofias e religiões ao mundo.
- Crianças índigo X TDAH.
Muitas crianças índigo podem ter sido erroneamente diagnosticadas com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) e medicadas com Ritalina, isto porque elas têm características comuns, como: dificuldade de manter a atenção, agitação, dificuldade de aceitar regras, etc.
O que não significa que toda criança com TDAH seja uma criança índigo!
A criança com TDAH tem uma disfunção neurológica, que consiste na dificuldade de captação da dopamina, hormônio responsável por focar a atenção. Já a criança índigo tem uma personalidade de um ser inteligente, sábio, criativo e que não aceita de forma alguma ser desrespeitado. Ela sabe o que está fazendo e porque veio. Pode parecer agitada porque vive o presente e acha esta vida muito curta, então quer aproveitar o máximo. E pode se distrair ao ficar pensando coisas de seu mundo, criando, etc.
A criança índigo tem um olhar e uma postura diferente! Mas se ela for tratada desrespeitosamente e de forma negativa, essas características podem se acentuar, ocorrer a baixa auto-estima, problemas na aprendizagem, dificuldade de relacionamento e na adolescência pode até chegar ao vício e roubo.
Toda criança, seja índigo, com TDAH, ou qualquer outra, merece ser respeitada, amada, elogiada. Toda criança deve ser estimulada a dar o melhor de si, a criar, a se relacionar, a ter uma rotina, a respeitar e a amar.
- As crianças índigo e os pais.
Os pais podem ter dificuldade de compreender e lidar com estas crianças, principalmente quanto à obediência, pois elas não aceitam este tipo de autoridade. Ai vão algumas dicas:
• Tratar estas crianças como se fossem adultos, ou seja, com respeito, inteligência e sinceridade.
• É necessário explicar tudo o que se for fazer com ela desde bebê e explicar o “por que” do “não” e do “sim”, não sendo autoritário. Pois elas precisam entender e se sentirem respeitadas.
• Ouvir o que elas têm pra dizer. Dar atenção, carinho e amor. A presença dos pais é extremamente importante.
• Demonstre alegria por ela fazer parte de família.
• Ajude-a encontrar suas próprias soluções quanto à disciplina.
• Dê a possibilidade de escolha.
• Nunca a subestime.
• Como as crianças índigo gostam de ajudar, pode-ser aproveitar isto na forma de falar com ela para que organize suas coisas e faça seus deveres.
• É importante dar oportunidades para ela gastar sua energia com coisas diferentes e exercitar sua criatividade.
• Também é necessário que os pais sejam honestos quanto aos seus sentimentos e fraquezas, pois elas perceberão a sinceridade e os respeitarão.
• Deve ser firme e justo!
• Dar mensagens positivas e não negativas, evitando o sentimento de vergonha e culpa.
• O segredo para se ter uma boa relação é ter: sinceridade, respeito, segurança (com a presença, a rotina e a firmeza com que mantém sua palavra) e muito amor!
- As crianças índigo e a escola.
As crianças são mentalmente mais desenvolvidas e as escolas não têm condições de acompanhá-las nos dias de hoje. Além disso, estas crianças vivem e aprendem usando ao máximo seus sentidos físicos e muitas escolas não estão preparadas para ensinar e estimular através dos sentidos.
As melhores escolas para estas crianças são as que têm uma visão mais humana, onde a pedagogia está voltada ao aluno e não ao conteúdo.
As escolas Montessori (Dra. Maria Montessori, Roma) consideram a criança como um todo respeita sua individualidade e pretende ajudar a criança desenvolver totalmente seu potencial nas mais diversas áreas da vida.
E as escolas Waldorf (Rudolf Steiner, Alemanha) que segue a antroposofia, propõem criar um ser humano livre, independente, criativo, de boa conduta e feliz, educando-as com amor. São boas opções para estas crianças.
Por Ilana Galhardi.
Baseado no livro “Crianças Índigo” de Lee Carrol e Jan Tober
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Reflita!
O Natal já passou e com ele a correria da compra dos presentes... Agora vem o ano novo, que chega discretamente, para alegrar a toda gente e encher os corações de esperança!
Aproveitem esta semana para refletir, para se conhecer e reconhecer: quem eu sou, do que gosto, o que não quero mais sentir, o que não quero mais em minha vida e o que eu quero para o próximo ano? E para quem acredita em Deus, Ele pode ajudar muito! Mas acordem, nada cai do céu sem que você se proponha a fazer algo por você! Portanto aja!!!!!!!
Se interiorizem! Falem o menos possível, principalmente dos outros! O silêncio é sábio! Reflitam! Meditem! Se tranquilizem! Amem a vida! Bebam menos... fumem menos... Relaxem! Respire! E se preparem para agir!
Desejo um Ano Novo maravilhoso para todos!
bjs
Aproveitem esta semana para refletir, para se conhecer e reconhecer: quem eu sou, do que gosto, o que não quero mais sentir, o que não quero mais em minha vida e o que eu quero para o próximo ano? E para quem acredita em Deus, Ele pode ajudar muito! Mas acordem, nada cai do céu sem que você se proponha a fazer algo por você! Portanto aja!!!!!!!
Se interiorizem! Falem o menos possível, principalmente dos outros! O silêncio é sábio! Reflitam! Meditem! Se tranquilizem! Amem a vida! Bebam menos... fumem menos... Relaxem! Respire! E se preparem para agir!
Desejo um Ano Novo maravilhoso para todos!
bjs
sábado, 22 de dezembro de 2012
"Mude" (Clarice Lispector)
ANO NOVO, VIDA NOVA!
Mude...(Clarice Lispector)
Mude...
Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa, mais tarde, mude de mesa.
... Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por um tempo o estilo das roupas.
Dê os seus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente pela praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama… depois, procure dormir em outra cama.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais… leia outros tipos de livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas
cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia, o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome um novo tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado… outra marca de sabonete, outro creme dental… tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar outro emprego, uma
nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.Experimente coisas novas.
Troque novamente. Mude de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores de que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
FELICIDADES, AMOR, CONQUISTAS, FÉ, FORÇA DE VONTADE, CORAGEM, SIMPLICIDADE, HUMILDADE, CARIDADE, SAÚDE, PAZ, LUZ....
Mude...(Clarice Lispector)
Mude...
Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa, mais tarde, mude de mesa.
... Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por um tempo o estilo das roupas.
Dê os seus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente pela praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama… depois, procure dormir em outra cama.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais… leia outros tipos de livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas
cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia, o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome um novo tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado… outra marca de sabonete, outro creme dental… tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar outro emprego, uma
nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.Experimente coisas novas.
Troque novamente. Mude de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores de que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
FELICIDADES, AMOR, CONQUISTAS, FÉ, FORÇA DE VONTADE, CORAGEM, SIMPLICIDADE, HUMILDADE, CARIDADE, SAÚDE, PAZ, LUZ....
Uma história de Natal...
Aconteceu no dia do Natal.
“... E Jesus nasceu numa casa humilde, numa noite fria, tendo para aquecê-lo uma simples manta e as palhas que serviam de alimento para os carneiros.”
Desse modo terminou a história de Natal que D. Alice contava para seus filhos.
O maiorzinho deles, depois de pensar um pouco, observou:
___ Jesus deve gostar que a gente trate bem os pobrezinhos como Ele os tratava, não é mamãe?
___ Sim. Toda vez que falamos carinhosamente com eles ou os ajudamos de alguma forma, Jesus fica contente conosco. E agora vamos para a cama que amanhã ganharão os presentes de Natal que tanto desejam.
No dia seguinte, as crianças divertiam-se com os presentes, reunidas no jardim da casa. Estavam todos contentes, riam, corriam de um lado para outro...
Num dado momento, bate no portão uma senhora com seu filho pela mão. Dona Alice vai saber o que ela deseja:
___ Necessito de roupas e um pouco de alimento para meu filhinho - disse a mulher.
Dona Alice foi lá dentro e voltou após alguns minutos com pães, e algumas roupas numa sacola, que entregou à senhora.
A senhora agradeceu e chamou o filhinho para irem embora. O menino estava encostado da grade do portão observando os carrinhos e caminhõezinhos que os filhos de Dona Alice havia ganhado de Natal.
___ Venha, meu filho, vamos embora que já está ficando tarde!
O menino não saiu do lugar, parecia nem ter escutado o chamado da mãe. Estava encantado com os brinquedos.
___ Mamãe, eu vou ganhar um brinquedo de Natal? perguntou o garotinho.
___ Não, meu filho, este ano não vai dar. Com a doença de seu pai as coisas ficaram muito piores...
Ouvindo isso, Francisco, o filho mais velho de Dona Alice perguntou admirado:
___ Você não ganhou nenhum carrinho?
___ Não, não ganhei nada!
Ao ouvir isso, imediatamente deu ao garoto o lindo carrinho, de sineta estridente, que ganhara naquela manhã de Natal.
O menino agarrou o presente segurando-o junto ao peito temendo que Francisquinho mudasse de idéia.
A mãe do menino fez menção de tirar o presente dos braços do filho para devolvê-lo, mas Dona Alice disse:
___ Pode leva-lo! Se meu filho quis dar o brinquedo, para mim está muito bem!
O pobre menino não cabia em si de contente, sorria e agradecia e foi embora todo feliz, ao lado de sua mãe.
Francisco, então, virou-se para a mãe e disse:
___ Jesus está contente comigo, não é mamãe?
“... E Jesus nasceu numa casa humilde, numa noite fria, tendo para aquecê-lo uma simples manta e as palhas que serviam de alimento para os carneiros.”
Desse modo terminou a história de Natal que D. Alice contava para seus filhos.
O maiorzinho deles, depois de pensar um pouco, observou:
___ Jesus deve gostar que a gente trate bem os pobrezinhos como Ele os tratava, não é mamãe?
___ Sim. Toda vez que falamos carinhosamente com eles ou os ajudamos de alguma forma, Jesus fica contente conosco. E agora vamos para a cama que amanhã ganharão os presentes de Natal que tanto desejam.
No dia seguinte, as crianças divertiam-se com os presentes, reunidas no jardim da casa. Estavam todos contentes, riam, corriam de um lado para outro...
Num dado momento, bate no portão uma senhora com seu filho pela mão. Dona Alice vai saber o que ela deseja:
___ Necessito de roupas e um pouco de alimento para meu filhinho - disse a mulher.
Dona Alice foi lá dentro e voltou após alguns minutos com pães, e algumas roupas numa sacola, que entregou à senhora.
A senhora agradeceu e chamou o filhinho para irem embora. O menino estava encostado da grade do portão observando os carrinhos e caminhõezinhos que os filhos de Dona Alice havia ganhado de Natal.
___ Venha, meu filho, vamos embora que já está ficando tarde!
O menino não saiu do lugar, parecia nem ter escutado o chamado da mãe. Estava encantado com os brinquedos.
___ Mamãe, eu vou ganhar um brinquedo de Natal? perguntou o garotinho.
___ Não, meu filho, este ano não vai dar. Com a doença de seu pai as coisas ficaram muito piores...
Ouvindo isso, Francisco, o filho mais velho de Dona Alice perguntou admirado:
___ Você não ganhou nenhum carrinho?
___ Não, não ganhei nada!
Ao ouvir isso, imediatamente deu ao garoto o lindo carrinho, de sineta estridente, que ganhara naquela manhã de Natal.
O menino agarrou o presente segurando-o junto ao peito temendo que Francisquinho mudasse de idéia.
A mãe do menino fez menção de tirar o presente dos braços do filho para devolvê-lo, mas Dona Alice disse:
___ Pode leva-lo! Se meu filho quis dar o brinquedo, para mim está muito bem!
O pobre menino não cabia em si de contente, sorria e agradecia e foi embora todo feliz, ao lado de sua mãe.
Francisco, então, virou-se para a mãe e disse:
___ Jesus está contente comigo, não é mamãe?
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Cinderela
Cinderella (versão dos Irmãos Grimm)
A mulher de um homem rico ficou muito doente. Quando ela percebeu que a morte se aproximava, chamou sua única filha ao seu leito e disse"Filha querida, seja boa e piedosa que o bom deus sempre lhe protejerá.
Eu estarei no céu olhando pra você e nunca te abandonarei. " Dito isso, ela fechou os olhos e morreu.
Todos os dias a moça visitava o túmulo de sua mãe. Ela chorava e se mantinha piedosa e boa.
Quando o inverno veio, a neve cobriu o túmulo com uma manta branca e quando o sol da primavera a derreteu, o homem encontrou uma nova esposa.
A mulher trouxe consigo duas filhas que eram bonitas e agradáveis de rosto, mas más e feias de coração.
Começava um período ruim para a pobre moça.
"Essa pata-tonta vai sentar-se na sala de visitas conosco?," elas perguntavam.
"Se quer comer o pão, terá que trabalhar para ganhá-lo. Trabalhará na cozinha."
Elas tiraram suas belas roupas, vestiram-na com um camisolão cinza e velho e lhe calçaram com sapatos de madeira.
"Olhem só para a princesa orgulhosa! Como está fora de moda," elas gritavam, riam e a levavam para a cozinha.
Lá ela tinha que trabalhar pesado durante todo o dia, se acordava antes de o sol nascer, carregava água, acendia o fogo, cozinhava e lavava.
Além disso, as irmãs ainda a maltratavam de todas as formas imagináveis - gozavam dela e derramavam as ervilhas e lentilhas nas cinzas do fogão para que ela tivesse que catar tudo de novo.
Ao anoitecer, quando ela já estava cansada de tanto trabalhar, ela não tinha uma cama onde dormir e acabava deitando-se ao lado do forno, nas cinzas. Por isso ela sempre parecia suja e empoeirada e foi então que começaram a chamá-la Cinderella. Um dia, o pai estava indo para a feira e perguntou às duas irmãs o que queriam que ele trouxesse para elas.
"Belos vestidos," disse uma delas, "Pérolas e jóias," disse a outra. "
E você, Cinderella," perguntou ele, "o que você quer?"
"Pai, traga-me o primeiro galho de árvore que bater em seu chapéu quando estiver voltando para a casa.
" Então ele comprou belos vestidos, pérolas e jóias para as enteadas, voltando para a casa, quando cavalgava por um bosque, um ramo de uma aveleira passou pelo seu chapéu. Então ele quebrou o ramo e levou consigo.
Quando chegou em casa, ele deu às enteadas o que haviam pedido, e para Cinderella ele deu o ramo da aveleira.
Cinderella agradeceu, foi até o túmulo de sua mãe, plantou o ramo que ganhou de seu pai, e chorou tanto que as lágrimas chegaram ao chão e regaram a planta. O pequeno ramo cresceu e transformou-se em uma árvore frondosa.Três veses por dia Cinderella sentava-se sob a árvore, chorava e rezava.
Um passarinho branco sempre vinha para a árvore e se Cinderella expressasse um desejo, o passarinho jogava para ela o que ela pedira.
Um dia o rei anunciou que haveria uma festa que duraria três dias para a qual todas as moças jovens e bonitas do reino estavam convidadas para que o príncipe escolhesse sua noiva.
Quando as duas irmãs souberam que estavam convidadas, ficaram eufóricas, chamavam Cinderella e diziam, "pentei nossos cabelos, engraxe nossos sapatos e ajude-nos a nos vestir, porque nós vamos ao casamento no palácio real
Cinderella obedecia e chorava, porque ela queria ir com elas para o baile, e implorava à madastra que deixasse-a ir.
"Você, Cinderella," disse ela, "coberta de pó e sujeira como você sempre está. Você não tem roupas nem sapatos, e nem ao menos sabe dançar."
E mesmo assim Cinderella continuava pedindo.
Depois de um tempo a madrasta disse, "E despejei um prato de lentilhas nas cinzas, se você conseguir catar todas em duas horas, deixarei você vir conosco."
A moça foi até a porta dos fundos e chamou"Mansas pombinhas e rolinhas e todas as aves do céu venham me ajudar a catar as lentilhas.
As boas no prato, As ruins no papo."
Logo duas pombinhas brancas entraram pela janela da cozinha, em seguida as rolinhas, e por último todas as aves do céu, vieram numa revoada e pousaram nas cinzas. As pombinhas balançavam a cabeça e começaram a catar e os outros passarinhos fizeram o mesmo. Logo juntaram todos o grãos bons no prato. Não tinha passado nem uma hora quando acabaram o serviço e se foram. A moça, contente, levou o prato para a madrasta. Ela acreditava que com isso poderia ir ao baile com elas.
Mas a madrasta disse, "Não, Cinderella, você não tem roupas e não sabe dançar. Você seria motivo de risos."
Como Cinderella começou a chorar, a madrasta disse: se você conseguir catar dois pratos de lentilhas das cinzas em uma hora, poderá ir conosco. Ela achava que desta vez, Cinderella não conseguiria.
Quando a madrasta derramou os dois pratos de lentilhas nas cinzas, a moça foi até a porta dos fundos e chamou"Mansas pombinhas e rolinhas e todas as aves do céu venham me ajudar a catar as lentilhas.
As boas no prato, As ruins no papo." Logo duas pombinhas brancas entraram pela janela da cozinha, em seguida as rolinhas, e por último todas as aves do céu, vieram numa revoada e pousaram nas cinzas. As pombinhas balançavam a cabeça e começaram a catar e os outros passarinhos fizeram o mesmo. Logo juntaram todos o grãos bons no prato. Não tinha passado nem meia hora quando acabaram o serviço e se foram. A moça estava muito feliz achando que agora ela teria permissão para ir ao baile.
Mas a madrasta disse: "Isso não adianta nada. Você não pode ir conosco, pois não tem roupas e não sabe dançar. Só nos faria passar vergonha.
Dito isso, ela virou as costas e partiu com suas orgulhosas filhas.
Enquanto não tinha ninguém em casa, Cinderella foi ao túmulo de sua mãe, sentou-se sob a árvore e disse"Balance e se agite, árvore adorada,Me cubra toda de ouro e prata."O passarinho entregou-lhe um vestido de ouro e prata e sapatos de seda com bordados de prata. Ela vestiu-se com pressa e foi ao baile.
A madrasta e as irmãs não a reconheceram e pensaram que deveria ser uma princeas estrangeira de tão bela que ela estava em seu vestido dourado. Elas nem imaginavam que podia ser Cinderella, e acreditavam que ela estava suja em casa, sentada ao lado do fogão catando lentilhas.
O príncipe se aproximou dela, pegou sua mão e dançou com ela. Ele não quis dançar com nenhuma outra moça, não soltou a mão dela por um único instante e, se alguém a convidava para dançar, ele dizia "Ela é minha dama."Dançaram até tarde da noite, e então ela quis ir embora.
Mas o príncipe disse: "Eu te acompanho," pois ele queria saber a que família tão bela moça pertencia.
Ela conseguiu escapar-se dele e se escondeu no pombal.
O príncipe esperou em frente à casa até que o pai de Cinderella veio e ele disse que a moça desconhecida havia se escondido no pombal.
O pai de Cinderella pensou, "Deve ser Cinderella."
Trouxeram um machado e uma picareta e quebraram o pombal em pedacinhos, mas já não tinha ninguém lá dentro.
Quando chegaram em casa, encontraram Cinderella com suas roupas sujas deitada nas cinzas à luz mortiça de uma lamparina.
O que aconteceu foi que Cinderella se escapou rápido pela parte de trás do pombal e correu até a aveleira. Lá ela tirou suas belas vestes, deixou-as sobre o túmulo de sua mãe e o passarinho as levou. Então ela voltou pra casa e deitou-se nas cinzas vestida com seu camisolão.
No dia seguinte, a festa recomeçou.
A madrasta e as irmãs foram de novo.
Cinderella foi até a aveleira e disse"Balance e se agite, árvore adorada,Me cubra toda de ouro e prata."Logo o passarinho lhe entregou um vestido ainda mais bonito que o da noite anterior.
E quando Cinderella apareceu no baile com seu vestido, todos ficaram espantados com tanta beleza. O príncipe, que estava esperando por ela, logo pegou sua mão e não dançou com nenhuma outra moça. Quando outros vinham e a convidavam para dançar, ele dizia "Ela é minha dama." Quando anoiteceu, ela quis ir embora e o príncipe a seguiu para ver em que casa ela entraria. Mas ela se escapou se escondendo no jardim de sua casa.
Lá havia uma árvore alta e bela que dava peras maravilhosas. Ela subiu ágil como um esquilo e o príncipe não sabia onde ela estava.
Ele esperou até que o pai dela veio e disse a ele, "A moça desconhecida se escapou de mim e acredito que ela tenha subido na pereira.
O pai pensou: "Deve ser Cinderella."
Trouxeram um machado e derrubaram a árvore, mas já não havia ningém lá.
Quando chegaram em casa, encontraram Cinderella com suas roupas sujas deitada nas cinzas à luz mortiça de uma lamparina.
O que aconteceu foi que Cinderella desceu rápido da pereira e correu até a aveleira. Lá ela tirou suas belas vestes, deixou-as sobre o túmulo de sua mãe e o passarinho as levou. Então ela voltou pra casa e deitou-se nas cinzas vestida com seu camisolão.
No terceiro dias, quando a madrasta e as irmãs já tinham saído, Cinderella foi mais uma vez até o túmulo de sua mãe e disse para a aveleira "Balance e se agite, árvore adorada,Me cubra toda de ouro e prata."E o passarinho lhe trouxe um vestido que ainda mais explêndido e magnificente que os outros e sapatinhos de ouro.
E quando ela chegou ao baile, todos emudeceram de admiração. O príncipe dançou apenas com ela e para todos que a convidavam para dançar, ele dizia: "Ela é minha dama". Quando a noite chegou, Cinderella quis ir embora e o príncipe estava ansioso para ir com ela. Mas ela escapou-se tão rápido que ele não conseguiu segui-la. O príncipe, desta vez, usou a inteligência: mandou que passassem piche na escadaria e, quando a moça passou, o sapato do pé esquerdo ficou grudado. O príncipe pegou o sapatinho: era pequenino, gracioso e todo de ouro.
Na manhã seguinte, ele disse a seu pai que não se casaria com nenhuma moça, a não ser a dona do pé que coubesse neste sapato.
As duas irmãs estavam felizes, pois tinham pés pequenos. A mais velha entrou no quarto com o sapato e tentava calçá-lo enquanto sua mãe olhava. Mas ela não conseguiu colocar o sapato por causa de seu dedão do pé. O sapato era muito pequeno para ela.
Então a mãe lhe deu uma faca e disse: "Corta o dedão, quando você for rainha, não precisará andar muito a pé.”
A moça cortou fora o dedão, forçou o pé para dentro do sapato, disfarçou a dor e foi ver o príncipe. Ele colocou-a na garupa de seu cavalo e saiu com ela como se fosse sua noiva. Eles tinham que passar pelo túmulo da mãe de Cinderella, e quando por lá passaram, da aveleira duas pombinhas cantaram
"Olhe para trás,
olhe para trás,
há sangue no sapato
,o sapato é pequeno demais,
sua noiva lhe espera muito atrás.
Então ele olhou para o pé dela e viu o sangue pingando. Ele deu meia volta com o cavalo e levou a falsa noiva de volta para a casa, e disse para a outra irmã calçar o sapato. Colocou seus dedos do pé sem problemas, mas deu calcanhar era largo demais.
A madrasta deu-lhe uma faca e disse: "Corta fora um pedaço do teu calcanhar, quando fores rainha não precisarás andar a pé."
A moça cortou um pedaço de seu calcanhar, forçou seu pé para dentro do sapato, disfarçou a dor e foi ver o príncipe. Ele colocou-a na garupa de seu cavalo e saiu com ela como se fosse sua noiva. Quando passaram pela aveleira, duas pombinhas cantaram:
"Olhe para trás,
olhe para trás,
há sangue no sapato,
o sapato é pequeno demais
sua noiva lhe espera muito atrás.
Ele olhou para o pé dela e viu o sangue escorrendo pelo sapato e manchando a meia de vermelho.
Ele deu meia volta com o cavalo e levou a noiva falsa de volta para casa. "Esta também não é a noiva certa," disse ele, "vocês não têm outra filha?" "Não," disse o homem, "temos apenas a pequena e raquítica ajudante de cozinha, filha de minha ex-mulher, mas não é possível que ela seja a noiva."
O príncipe pediu para vê-la, mas a mulher disse "oh, não! Ela está sempre muito suja. Não está apresentável.
Mas o príncipe insistiu e Cinderella foi chamada.
Ela primeiro lavou suas mãos e o rosto, e curvou-se diante do príncipe que entregou-lhe o sapatinho de ouro. Ela sentou-se em um banquinho, tirou o pesado sapato de madeira, e calçou o sapatinho de ouro, que serviu como uma luva. Ela ergueu-se e o príncipe olhou para o seu rosto e reconheceu a bela moça com quem tinha dançado e disse: "Esta é a noiva verdadeira."
A madrasta e suas filhas estavam horrorizadas e ficaram pálidas de raiva, ele, entretanto, colocou Cinderella sobre seu cavalo e levou-a consigo.Quando passaram´pela aveleira, as duas pombinha cantaram:
"Olhe para trás,
olhe para trás,
não tem sangue no sapato,
que não lhe é apertado,
É com a noiva certa que estás."
E depois de cantar, as duas pombinhas pousaram nos ombros de Cinderella, uma no direito, a outra no esquerdo, e ficaram sentadinhas lá.
Na cerimônia do casamento do príncipe, as duas irmãs falsas foram e queriam ficar de bem com Cinderella e dividir com ela a boa fortuna que teve.
Quando os noivos chegaram à igreja, a mais velha estava à direita e a mais nova à esquerda, e as pombinhas arrancaram um olho de cada uma das irmãs.
Depois quando voltavam, a mais velha estava à esquerda e a mais nova à direita, e as pombinhas arrancaram o outro olho de cada uma delas.
E então, por sua maldade e falsidade, elas foram punidas com a cegueira até o fim de suas vidas.
A mulher de um homem rico ficou muito doente. Quando ela percebeu que a morte se aproximava, chamou sua única filha ao seu leito e disse"Filha querida, seja boa e piedosa que o bom deus sempre lhe protejerá.
Eu estarei no céu olhando pra você e nunca te abandonarei. " Dito isso, ela fechou os olhos e morreu.
Todos os dias a moça visitava o túmulo de sua mãe. Ela chorava e se mantinha piedosa e boa.
Quando o inverno veio, a neve cobriu o túmulo com uma manta branca e quando o sol da primavera a derreteu, o homem encontrou uma nova esposa.
A mulher trouxe consigo duas filhas que eram bonitas e agradáveis de rosto, mas más e feias de coração.
Começava um período ruim para a pobre moça.
"Essa pata-tonta vai sentar-se na sala de visitas conosco?," elas perguntavam.
"Se quer comer o pão, terá que trabalhar para ganhá-lo. Trabalhará na cozinha."
Elas tiraram suas belas roupas, vestiram-na com um camisolão cinza e velho e lhe calçaram com sapatos de madeira.
"Olhem só para a princesa orgulhosa! Como está fora de moda," elas gritavam, riam e a levavam para a cozinha.
Lá ela tinha que trabalhar pesado durante todo o dia, se acordava antes de o sol nascer, carregava água, acendia o fogo, cozinhava e lavava.
Além disso, as irmãs ainda a maltratavam de todas as formas imagináveis - gozavam dela e derramavam as ervilhas e lentilhas nas cinzas do fogão para que ela tivesse que catar tudo de novo.
Ao anoitecer, quando ela já estava cansada de tanto trabalhar, ela não tinha uma cama onde dormir e acabava deitando-se ao lado do forno, nas cinzas. Por isso ela sempre parecia suja e empoeirada e foi então que começaram a chamá-la Cinderella. Um dia, o pai estava indo para a feira e perguntou às duas irmãs o que queriam que ele trouxesse para elas.
"Belos vestidos," disse uma delas, "Pérolas e jóias," disse a outra. "
E você, Cinderella," perguntou ele, "o que você quer?"
"Pai, traga-me o primeiro galho de árvore que bater em seu chapéu quando estiver voltando para a casa.
" Então ele comprou belos vestidos, pérolas e jóias para as enteadas, voltando para a casa, quando cavalgava por um bosque, um ramo de uma aveleira passou pelo seu chapéu. Então ele quebrou o ramo e levou consigo.
Quando chegou em casa, ele deu às enteadas o que haviam pedido, e para Cinderella ele deu o ramo da aveleira.
Cinderella agradeceu, foi até o túmulo de sua mãe, plantou o ramo que ganhou de seu pai, e chorou tanto que as lágrimas chegaram ao chão e regaram a planta. O pequeno ramo cresceu e transformou-se em uma árvore frondosa.Três veses por dia Cinderella sentava-se sob a árvore, chorava e rezava.
Um passarinho branco sempre vinha para a árvore e se Cinderella expressasse um desejo, o passarinho jogava para ela o que ela pedira.
Um dia o rei anunciou que haveria uma festa que duraria três dias para a qual todas as moças jovens e bonitas do reino estavam convidadas para que o príncipe escolhesse sua noiva.
Quando as duas irmãs souberam que estavam convidadas, ficaram eufóricas, chamavam Cinderella e diziam, "pentei nossos cabelos, engraxe nossos sapatos e ajude-nos a nos vestir, porque nós vamos ao casamento no palácio real
Cinderella obedecia e chorava, porque ela queria ir com elas para o baile, e implorava à madastra que deixasse-a ir.
"Você, Cinderella," disse ela, "coberta de pó e sujeira como você sempre está. Você não tem roupas nem sapatos, e nem ao menos sabe dançar."
E mesmo assim Cinderella continuava pedindo.
Depois de um tempo a madrasta disse, "E despejei um prato de lentilhas nas cinzas, se você conseguir catar todas em duas horas, deixarei você vir conosco."
A moça foi até a porta dos fundos e chamou"Mansas pombinhas e rolinhas e todas as aves do céu venham me ajudar a catar as lentilhas.
As boas no prato, As ruins no papo."
Logo duas pombinhas brancas entraram pela janela da cozinha, em seguida as rolinhas, e por último todas as aves do céu, vieram numa revoada e pousaram nas cinzas. As pombinhas balançavam a cabeça e começaram a catar e os outros passarinhos fizeram o mesmo. Logo juntaram todos o grãos bons no prato. Não tinha passado nem uma hora quando acabaram o serviço e se foram. A moça, contente, levou o prato para a madrasta. Ela acreditava que com isso poderia ir ao baile com elas.
Mas a madrasta disse, "Não, Cinderella, você não tem roupas e não sabe dançar. Você seria motivo de risos."
Como Cinderella começou a chorar, a madrasta disse: se você conseguir catar dois pratos de lentilhas das cinzas em uma hora, poderá ir conosco. Ela achava que desta vez, Cinderella não conseguiria.
Quando a madrasta derramou os dois pratos de lentilhas nas cinzas, a moça foi até a porta dos fundos e chamou"Mansas pombinhas e rolinhas e todas as aves do céu venham me ajudar a catar as lentilhas.
As boas no prato, As ruins no papo." Logo duas pombinhas brancas entraram pela janela da cozinha, em seguida as rolinhas, e por último todas as aves do céu, vieram numa revoada e pousaram nas cinzas. As pombinhas balançavam a cabeça e começaram a catar e os outros passarinhos fizeram o mesmo. Logo juntaram todos o grãos bons no prato. Não tinha passado nem meia hora quando acabaram o serviço e se foram. A moça estava muito feliz achando que agora ela teria permissão para ir ao baile.
Mas a madrasta disse: "Isso não adianta nada. Você não pode ir conosco, pois não tem roupas e não sabe dançar. Só nos faria passar vergonha.
Dito isso, ela virou as costas e partiu com suas orgulhosas filhas.
Enquanto não tinha ninguém em casa, Cinderella foi ao túmulo de sua mãe, sentou-se sob a árvore e disse"Balance e se agite, árvore adorada,Me cubra toda de ouro e prata."O passarinho entregou-lhe um vestido de ouro e prata e sapatos de seda com bordados de prata. Ela vestiu-se com pressa e foi ao baile.
A madrasta e as irmãs não a reconheceram e pensaram que deveria ser uma princeas estrangeira de tão bela que ela estava em seu vestido dourado. Elas nem imaginavam que podia ser Cinderella, e acreditavam que ela estava suja em casa, sentada ao lado do fogão catando lentilhas.
O príncipe se aproximou dela, pegou sua mão e dançou com ela. Ele não quis dançar com nenhuma outra moça, não soltou a mão dela por um único instante e, se alguém a convidava para dançar, ele dizia "Ela é minha dama."Dançaram até tarde da noite, e então ela quis ir embora.
Mas o príncipe disse: "Eu te acompanho," pois ele queria saber a que família tão bela moça pertencia.
Ela conseguiu escapar-se dele e se escondeu no pombal.
O príncipe esperou em frente à casa até que o pai de Cinderella veio e ele disse que a moça desconhecida havia se escondido no pombal.
O pai de Cinderella pensou, "Deve ser Cinderella."
Trouxeram um machado e uma picareta e quebraram o pombal em pedacinhos, mas já não tinha ninguém lá dentro.
Quando chegaram em casa, encontraram Cinderella com suas roupas sujas deitada nas cinzas à luz mortiça de uma lamparina.
O que aconteceu foi que Cinderella se escapou rápido pela parte de trás do pombal e correu até a aveleira. Lá ela tirou suas belas vestes, deixou-as sobre o túmulo de sua mãe e o passarinho as levou. Então ela voltou pra casa e deitou-se nas cinzas vestida com seu camisolão.
No dia seguinte, a festa recomeçou.
A madrasta e as irmãs foram de novo.
Cinderella foi até a aveleira e disse"Balance e se agite, árvore adorada,Me cubra toda de ouro e prata."Logo o passarinho lhe entregou um vestido ainda mais bonito que o da noite anterior.
E quando Cinderella apareceu no baile com seu vestido, todos ficaram espantados com tanta beleza. O príncipe, que estava esperando por ela, logo pegou sua mão e não dançou com nenhuma outra moça. Quando outros vinham e a convidavam para dançar, ele dizia "Ela é minha dama." Quando anoiteceu, ela quis ir embora e o príncipe a seguiu para ver em que casa ela entraria. Mas ela se escapou se escondendo no jardim de sua casa.
Lá havia uma árvore alta e bela que dava peras maravilhosas. Ela subiu ágil como um esquilo e o príncipe não sabia onde ela estava.
Ele esperou até que o pai dela veio e disse a ele, "A moça desconhecida se escapou de mim e acredito que ela tenha subido na pereira.
O pai pensou: "Deve ser Cinderella."
Trouxeram um machado e derrubaram a árvore, mas já não havia ningém lá.
Quando chegaram em casa, encontraram Cinderella com suas roupas sujas deitada nas cinzas à luz mortiça de uma lamparina.
O que aconteceu foi que Cinderella desceu rápido da pereira e correu até a aveleira. Lá ela tirou suas belas vestes, deixou-as sobre o túmulo de sua mãe e o passarinho as levou. Então ela voltou pra casa e deitou-se nas cinzas vestida com seu camisolão.
No terceiro dias, quando a madrasta e as irmãs já tinham saído, Cinderella foi mais uma vez até o túmulo de sua mãe e disse para a aveleira "Balance e se agite, árvore adorada,Me cubra toda de ouro e prata."E o passarinho lhe trouxe um vestido que ainda mais explêndido e magnificente que os outros e sapatinhos de ouro.
E quando ela chegou ao baile, todos emudeceram de admiração. O príncipe dançou apenas com ela e para todos que a convidavam para dançar, ele dizia: "Ela é minha dama". Quando a noite chegou, Cinderella quis ir embora e o príncipe estava ansioso para ir com ela. Mas ela escapou-se tão rápido que ele não conseguiu segui-la. O príncipe, desta vez, usou a inteligência: mandou que passassem piche na escadaria e, quando a moça passou, o sapato do pé esquerdo ficou grudado. O príncipe pegou o sapatinho: era pequenino, gracioso e todo de ouro.
Na manhã seguinte, ele disse a seu pai que não se casaria com nenhuma moça, a não ser a dona do pé que coubesse neste sapato.
As duas irmãs estavam felizes, pois tinham pés pequenos. A mais velha entrou no quarto com o sapato e tentava calçá-lo enquanto sua mãe olhava. Mas ela não conseguiu colocar o sapato por causa de seu dedão do pé. O sapato era muito pequeno para ela.
Então a mãe lhe deu uma faca e disse: "Corta o dedão, quando você for rainha, não precisará andar muito a pé.”
A moça cortou fora o dedão, forçou o pé para dentro do sapato, disfarçou a dor e foi ver o príncipe. Ele colocou-a na garupa de seu cavalo e saiu com ela como se fosse sua noiva. Eles tinham que passar pelo túmulo da mãe de Cinderella, e quando por lá passaram, da aveleira duas pombinhas cantaram
"Olhe para trás,
olhe para trás,
há sangue no sapato
,o sapato é pequeno demais,
sua noiva lhe espera muito atrás.
Então ele olhou para o pé dela e viu o sangue pingando. Ele deu meia volta com o cavalo e levou a falsa noiva de volta para a casa, e disse para a outra irmã calçar o sapato. Colocou seus dedos do pé sem problemas, mas deu calcanhar era largo demais.
A madrasta deu-lhe uma faca e disse: "Corta fora um pedaço do teu calcanhar, quando fores rainha não precisarás andar a pé."
A moça cortou um pedaço de seu calcanhar, forçou seu pé para dentro do sapato, disfarçou a dor e foi ver o príncipe. Ele colocou-a na garupa de seu cavalo e saiu com ela como se fosse sua noiva. Quando passaram pela aveleira, duas pombinhas cantaram:
"Olhe para trás,
olhe para trás,
há sangue no sapato,
o sapato é pequeno demais
sua noiva lhe espera muito atrás.
Ele olhou para o pé dela e viu o sangue escorrendo pelo sapato e manchando a meia de vermelho.
Ele deu meia volta com o cavalo e levou a noiva falsa de volta para casa. "Esta também não é a noiva certa," disse ele, "vocês não têm outra filha?" "Não," disse o homem, "temos apenas a pequena e raquítica ajudante de cozinha, filha de minha ex-mulher, mas não é possível que ela seja a noiva."
O príncipe pediu para vê-la, mas a mulher disse "oh, não! Ela está sempre muito suja. Não está apresentável.
Mas o príncipe insistiu e Cinderella foi chamada.
Ela primeiro lavou suas mãos e o rosto, e curvou-se diante do príncipe que entregou-lhe o sapatinho de ouro. Ela sentou-se em um banquinho, tirou o pesado sapato de madeira, e calçou o sapatinho de ouro, que serviu como uma luva. Ela ergueu-se e o príncipe olhou para o seu rosto e reconheceu a bela moça com quem tinha dançado e disse: "Esta é a noiva verdadeira."
A madrasta e suas filhas estavam horrorizadas e ficaram pálidas de raiva, ele, entretanto, colocou Cinderella sobre seu cavalo e levou-a consigo.Quando passaram´pela aveleira, as duas pombinha cantaram:
"Olhe para trás,
olhe para trás,
não tem sangue no sapato,
que não lhe é apertado,
É com a noiva certa que estás."
E depois de cantar, as duas pombinhas pousaram nos ombros de Cinderella, uma no direito, a outra no esquerdo, e ficaram sentadinhas lá.
Na cerimônia do casamento do príncipe, as duas irmãs falsas foram e queriam ficar de bem com Cinderella e dividir com ela a boa fortuna que teve.
Quando os noivos chegaram à igreja, a mais velha estava à direita e a mais nova à esquerda, e as pombinhas arrancaram um olho de cada uma das irmãs.
Depois quando voltavam, a mais velha estava à esquerda e a mais nova à direita, e as pombinhas arrancaram o outro olho de cada uma delas.
E então, por sua maldade e falsidade, elas foram punidas com a cegueira até o fim de suas vidas.
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